
A iminente falta de combustível a
partir do dia 12 de Agosto, leva-nos a ponderar alternativas à longa espera que
se avizinha nas bombas de gasolina, seja pelos serviços mínimos ou máximos já
que com grande confusão ninguém se vai entender num país democrático (será que
é isto um país democrático?).
A opção da Charrete, que por aí
existem muitas, sejam em grandes garagens sujas de pó (não a Charrete que se encontra limpa) ou nos
muitos Museus espalhados por este país fora, (aí sim, limpos por falta de visitantes),
é uma das mais válidas para o nosso século, nomeadamente num século tão impoluto
(como diz Trump), como eram os séculos passados (com excepção do XX).
A poupança será tremenda, ainda
mais quando movidas por tração humana (em cuidando a necessidade de calorias,
podendo os supermercados estarem desprovidos de tais substancias), ou então
ainda maior quando impelidas por animais não humanos como os cavalos, burros
(cuidado com estes) ou até mesmo os bois (sugere-se a sua utilização se não se
gostar de touradas).
Não se esqueçam de apurar o
estado das canas de pesca e do engodo, que o facto dos animais terem de ter períodos
por vezes longos de repouso, prevê-se a duração das viagens, se por
exemplo se for até ao Algarve, necessidade que poderá levar a pescar umas
carpas ou achigãs perdidos por barragens ou albufeiras que não tenham sofrido
a evolução com a presença do ser humano como exemplo a existência dos siluros, seres manipulados pelas mesmas mãos que manusearam levando a invenção daquelas “coisas” que
se chamam carros (ou automóveis).
Assim irão ter umas boas férias,
que eu também vos desejo.
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