A Futura coloração "azulada" do
Estádio de Alvalade após a debandada de toda a equipa de Ciclismo do Sporting
para os lados do Dragão F.C.Porto.
Assim se começa um blogue: Com o senso da aventura, sem ligar a idades, para que possamos manter o espirito tão jovem, como sóbrio.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
O Estado Islâmico e a Alemanha Nazi
Tanto a Alemanha Nazi durante a segunda guerra mundial, sob o auspício da supremacia da raça ariana, tal como o atual Estado Islâmico, que sob o prenúncio da formação de um novo território se está considerar como um califado do século XXI, ambos foram motivados pelo desejo de proceder a uma limpeza étnica por forma a eliminar aquilo que não sendo pelos mesmos considerados seres humanos, são imponderados como “uma coisa que por ali anda”.
A semelhança, a parecença, mas numa identidade diferente: Hitler conseguiu justificar o extermínio dos milhões de Judeus a partir da pseudociência eugénica, criando atrocidades que ainda hoje vão sendo relatadas, na literatura internacional, como por exemplo no recente livro “Se isto é uma mulher” de Sarah Helm, que descreve as barbaridades a que foram sujeitas centenas de milhares de mulheres a formas brutais de tortura e extermínio.
O Estado islâmico fundamenta o genocídio e a brutalidade terrorista com o conceito de “takfir”, a apostasia - “ação de renegar a fé e religião” - para extremar a purificação religiosa encapotando a bandeira sob um Islão, pertencente a quem sob o terrorismo encapota o poder próprio, através de um estandarte falso, que tenta demarcar um território que atualmente não lhes pertence.
Todos os que não sigam as suas regras são heréticos e culpados de um pecado tão grave que só pode ser punido com a morte.
A Inquisição em Portugal na Idade Média já assim foi: Julgava sumariamente os “acusados” de heresia, muitos por serem discordantes e dissidentes, com ideias opostas ao regime, provocando aos mesmos atrocidades, que muitas das vezes terminavam na morte através do fogo.
Ontem, como hoje; a Idade Média e o Século XXI;
Sempre o poder político e económico, com todas as suas forças ditatoriais em ação, tal como na Alemanha nazi ou no Estado Islâmico, encapotados naquilo que lhes oculta a sua verdadeira natureza, ou seja a violência absoluta, seja através de atrocidades incomuns, através de uma radicalização feroz, para a conquista de um mundo, que cada vez mais começa a valer menos.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
A Perfeição e a Imperfeição
| Foto João Gabriel |
No
seu primor, orientam-nos irrealisticamente para uma ilusão de um facto que pensando
ter sido atingido esse “clímax”, auge e apogeu do endeusamento humano, ninguém os
pretende alterar, nem modificar, nem intervir, muito menos aprimorar ou
retocar. Aí começa a perturbação real da “desalma”!
O
Ser, julgado por si próprio Perfeito,
julgando-se irrepreensível, não admite diferenças por excesso ou por defeito,
seja qual seja o fim em si mesmo.
Lutará
ainda hoje a humanidade pela Perfeição
absoluta?
O
homem Perfeito a existir será um
omnipotente, todo-poderoso por isso mesmo, apenas podendo ser admirado à
distância, até porque a Perfeição acaba
por ser uma Imperfeição, por isso
mesmo uma obsessão; Hitler existiu na sua perfeita Imperfeição, julgando-se o mais perfeito do mundo!
Vejam-se
as guerras por algo inatingível, as lutas pela supremacia política, os
conflitos para demarcação territorial ou as discórdias pelo interesse
económico.
Aí
começa a incompreensão do mundo, provocado pelo desentendimento humano, por
vezes devido à idiotice ou à imbecilidade daquilo que não é facilmente explicável,
nas leis da sociedade, porque a Perfeição
pode não se conseguir explicar nas regas da boa moral.
A
Perfeição sendo estática (a beleza)
…Existe só para ser admirada!
Mas
se existe, deve ter a sua própria função: Fazer com que cada um de nós conheça
a sua Imperfeição, os seus erros, os lapsos
desnecessários, equívocos inúteis, indefinições escusadas ou a ambiguidade
supérflua.
Mas a Imperfeição será o caminho aberto para a
utopia? Será que o Perfeito tem de ser desumano, porque o ser humano é um ser Imperfeito?
Então se tudo na realidade deve ser Imperfeito, então o Amor entre os humanos talvez seja razão única da
Perfeição dentro da Imperfeição de um mundo enganado, contra
si mesmo.
A Imperfeição é
então Arte, desde que com ela saibamos conviver.
Mas se não achamos o mundo Perfeito é porque a Imperfeição
está intrínseca em nós próprios como ser humanos que somos.
Por tudo isto, só chegaremos um dia a ser Perfeitos quando definitivamente
reconhecermos a nossa permanente Imperfeição.
Até porque, até hoje, é a Natureza
a que mais próxima se encontra da Perfeição, porque é ela que mais consegue
suportar a Imperfeição humana.
Por mais inacabada que seja, essa “Quase” Perfeição pode acabar sem passar pela
etapa da Imperfeição; vejam-se por exemplo as destruições dos Templos
Históricos que a Fénix Islâmica tem efetuado, tentando reconfigurar na Perfeição e no Belo o impossível, não
destruindo, mas simplesmente passando a imaterial (pó) aquilo que deixou de ser
material (monumentos…)
Apenas o Amor pode ser Perfeito…E
só de vez em quando…!
sábado, 28 de novembro de 2015
A magnificência dos gatos
O gato é um animal que
pode não se gostar, mas quem passa a ter contacto com o mesmo não desdenha
outra possibilidade para além daquela que sempre foi considerado como o grande
amigo do homem, ou seja o cão.
O gato sendo predador
e pese poder viver num ambiente doméstico, é sempre um animal autónomo e independente
relativamente ao seu dono, tendo alta capacidade de adaptação ao ambiente em
que é inserido, seja naturalmente ou “à força”, seja dito como se viesse “de
cativeiro”.
Para o ser humano, pensante nos
seus problemas diários em termos profissionais muitas vezes pesados já que por
vezes pode estar em jogo a vida de um ser humano, passa a ser desde logo o seu Mindfulness
transitório, bastando tentar perceber o contexto daquilo que é a inter-relação
e interligação com um animal que nos provoca uma cativação, não sei se pela sua
dominação pelo mundo ou pela nossa perceção devido à sua beleza.
Eles entendem-nos; e percebem o nosso estado de espírito; mas também salvam vidas; veja-se o texto de hoje do jornal de noticias em que quatro gatos deram sinal de perigo da seguinte forma: "O que estava a dormir com ela (a dona)acordou-a e os outros também, a darem marradas na porta"...
Aproximam-se, quando assim o entendem, sorrateiramente, fazendo-nos, se para aí estiverem virados, a companhia que consideramos ser de ouro, porque nos dão serenidade, tranquilidade, paz e sossego, no fundo aquilo que a nossa alma pretende e deseja na presença de um animal que nos consegue fazer esquecer as preocupações do dia a dia , como sejam os espíritos que na terra se lembram de atormentar a inocência do próprio ser humano.
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Recantos "inspiradores" na Serra da Estrela
A Serra da Estrela tem a sua beleza
"fria", mas sem ser indiferente na sua paisagem bélica e “agressiva” aos
espaços recônditos, ocultos e felizmente ignorados, razão pela qual se vai mantendo
e preservando a sua natureza, aproveitada pelo nossos ancestrais sem provocarem
a erosão que o mundo actual sofre em paisagens que possam ter sustento e fulcro turístico.
Algumas imagens desses recônditos, autentico
paraíso escondido, felizmente ainda existente neste pequeno país, mas que
poderá ser grande se soubermos estimar aquilo que poderá por todos nós continuar
a ser apreciado.
terça-feira, 1 de setembro de 2015
De novo a Politica Eleitoralista no Seu Auge!
Mesmo no "sonambulismo" da noite em que sonhamos e temos um sono que pode estar pesado, a própria politica está intrínseca e é inseparável do nosso "eu" e "ser", quer queiramos ou não, influenciando particularmente a nossa disposição ou sentido de vida profissional, que assim vai fluindo no fundo, "ao sabor do vento"...
A propósito de mais uma campanha eleitoral, extremamente politizada, que até ao momento não tem trazido ideias relevantes de qualquer dos partidos envolventes, num país entregue ao deficit pesado e que sabemos continuar a ser esse o futuro, não vislumbrando por isso mesmo a possibilidade de podermos sorrir nos tempos que virão!
Ou se existe é um sorriso com um sabor amargo...
Até quando as nossas almas continuarão a ser moídas?
domingo, 30 de agosto de 2015
As Férias, o Passado, o Presente e o Futuro
Quando se aproximam as
férias, o nosso corpo e mente, a "pessoa" em si mesmo, sente uma rapidez
e celeridade, imperceptível na razão em si mesmo, que provoca essa pressa de
atingir esse dia diferente no calendário, mas igual a muitos outros que se
foram passando ao longo do ano.
Pois,
E esse dia, essa ultima hora
de trabalho chegou; relembrança do nada, vazio num vácuo de quem fica paralisado
no pensamento, como se de um estado ébrio se tratasse; tensão estranha já que a
lógica deveria ser a ligeireza de quem numa piscina se vai deixando flutuar,
sem sabor da ondulação, mas muitas vezes sendo uma lógica imponderada e também imperceptível.
Essa tensão muscular ou
cerebral, ilusória, aparente, mas visível, fantasia no fundo o peso, melhor, o
fardo de um ano de trabalho, equilibrado pelo sol, que obscurece a nossa pele ou
pela lua que pela sua imponência esférica, nos faz reflectir, na contemplação…por
vezes do nada.
Ultrapassada a fantasia, transposta
a ilusão, terminadas as horas que tentámos transformar em dias, ou anos, reaparece
a ultima recordação. Onde ficámos, para se poder continuar o trabalho, que
durante algum tempo ficou esquecido na nossa memória,
Pois continuará a ser esse
o nosso futuro…
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