quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

A Nova Pintura do Estádio José Alvalade



A Futura coloração "azulada" do Estádio de Alvalade após a debandada de toda a equipa de Ciclismo do Sporting para os lados do Dragão F.C.Porto.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

O Estado Islâmico e a Alemanha Nazi

                                                  
Tanto a Alemanha Nazi durante a segunda guerra mundial, sob o auspício da supremacia da raça ariana, tal como o atual Estado Islâmico, que sob o prenúncio da formação de um novo território se está considerar como um califado do século XXI, ambos foram motivados pelo desejo de proceder a uma limpeza étnica por forma a eliminar aquilo que não sendo pelos mesmos considerados seres humanos, são imponderados como “uma coisa que por ali anda”.

A semelhança, a parecença, mas numa identidade diferente: Hitler conseguiu justificar o extermínio dos milhões de Judeus a partir da pseudociência eugénica, criando atrocidades que ainda hoje vão sendo relatadas, na literatura internacional, como por exemplo no recente livro “Se isto é uma mulher” de Sarah Helm, que descreve as barbaridades a que foram sujeitas centenas de milhares de mulheres a formas brutais de tortura e extermínio.

O Estado islâmico fundamenta o genocídio e a brutalidade terrorista com o conceito de “takfir”, a apostasia - “ação de renegar a fé e religião” - para extremar a purificação religiosa encapotando a bandeira sob um Islão, pertencente a quem sob o terrorismo encapota o poder próprio, através de um estandarte falso, que tenta demarcar um território que atualmente não lhes pertence.

Todos os que não sigam as suas regras são heréticos e culpados de um pecado tão grave que só pode ser punido com a morte. 

A Inquisição em Portugal na Idade Média já assim foi: Julgava sumariamente os “acusados” de heresia, muitos por serem discordantes e dissidentes, com ideias opostas ao regime, provocando aos mesmos atrocidades, que muitas das vezes terminavam na morte através do fogo.

Ontem, como hoje; a Idade Média e o Século XXI;

Sempre o poder político e económico, com todas as suas forças ditatoriais em ação, tal como na Alemanha nazi ou no Estado Islâmico, encapotados naquilo que lhes oculta a sua verdadeira natureza, ou seja a violência absoluta, seja através de atrocidades incomuns, através de uma radicalização feroz, para a conquista de um mundo, que cada vez mais começa a valer menos.  

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

A Perfeição e a Imperfeição


Foto João Gabriel

No seu primor, orientam-nos irrealisticamente para uma ilusão de um facto que pensando ter sido atingido esse “clímax”, auge e apogeu do endeusamento humano, ninguém os pretende alterar, nem modificar, nem intervir, muito menos aprimorar ou retocar. Aí começa a perturbação real da “desalma”!

O Ser, julgado por si próprio Perfeito, julgando-se irrepreensível, não admite diferenças por excesso ou por defeito, seja qual seja o fim em si mesmo.

Lutará ainda hoje a humanidade pela Perfeição absoluta?

O homem Perfeito a existir será um omnipotente, todo-poderoso por isso mesmo, apenas podendo ser admirado à distância, até porque a Perfeição acaba por ser uma Imperfeição, por isso mesmo uma obsessão; Hitler existiu na sua perfeita Imperfeição, julgando-se o mais perfeito do mundo!

Vejam-se as guerras por algo inatingível, as lutas pela supremacia política, os conflitos para demarcação territorial ou as discórdias pelo interesse económico.

Aí começa a incompreensão do mundo, provocado pelo desentendimento humano, por vezes devido à idiotice ou à imbecilidade daquilo que não é facilmente explicável, nas leis da sociedade, porque a Perfeição pode não se conseguir explicar nas regas da boa moral.

A Perfeição sendo estática (a beleza) …Existe só para ser admirada!

Mas se existe, deve ter a sua própria função: Fazer com que cada um de nós conheça a sua Imperfeição, os seus erros, os lapsos desnecessários, equívocos inúteis, indefinições escusadas ou a ambiguidade supérflua.

Mas a Imperfeição será o caminho aberto para a utopia? Será que o Perfeito tem de ser desumano, porque o ser humano é um ser Imperfeito?

Então se tudo na realidade deve ser Imperfeito, então o Amor entre os humanos talvez seja razão única da Perfeição dentro da Imperfeição de um mundo enganado, contra si mesmo.

A Imperfeição é então Arte, desde que com ela saibamos conviver.

Mas se não achamos o mundo Perfeito é porque a Imperfeição está intrínseca em nós próprios como ser humanos que somos.

Por tudo isto, só chegaremos um dia a ser Perfeitos quando definitivamente reconhecermos a nossa permanente Imperfeição.

Até porque, até hoje, é a Natureza a que mais próxima se encontra da Perfeição, porque é ela que mais consegue suportar a Imperfeição humana.

Por mais inacabada que seja, essa “Quase” Perfeição pode acabar sem passar pela etapa da Imperfeição; vejam-se por exemplo as destruições dos Templos Históricos que a Fénix Islâmica tem efetuado, tentando reconfigurar na Perfeição e no Belo o impossível, não destruindo, mas simplesmente passando a imaterial (pó) aquilo que deixou de ser material (monumentos…) 

Apenas o Amor pode ser Perfeito…E só de vez em quando…! 


sábado, 28 de novembro de 2015

A magnificência dos gatos


O gato é um animal que pode não se gostar, mas quem passa a ter contacto com o mesmo não desdenha outra possibilidade para além daquela que sempre foi considerado como o grande amigo do homem, ou seja o cão.

O gato sendo predador e pese poder viver num ambiente doméstico, é sempre um animal autónomo e independente relativamente ao seu dono, tendo alta capacidade de adaptação ao ambiente em que é inserido, seja naturalmente ou “à força”, seja dito como se viesse “de cativeiro”.

Demonstra a sua independência relativamente ao dono, que poderá ter a ver com a sua personalidade de descendente de felino, mas nunca o abandonando; tenho o meu exemplo que quando abro a porta da minha casa as minhas gatas, terão farejado à distância, aguardando pelo barulho de uma chave a abrir uma porta, que as põe felizes por confirmarem o regresso “daquela coisa” que lhes dá presença e animo para a sua vivência no seu dia-a-dia, pese o interesseirismo da espera pelo “biscoitinho”


Para o ser humano, pensante nos seus problemas diários em termos profissionais muitas vezes pesados já que por vezes pode estar em jogo a vida de um ser humano, passa a ser desde logo o seu Mindfulness transitório, bastando tentar perceber o contexto daquilo que é a inter-relação e interligação com um animal que nos provoca uma cativação, não sei se pela sua dominação pelo mundo ou pela nossa perceção devido à sua beleza.  


Eles entendem-nos; e percebem o nosso estado de espírito; mas também salvam vidas; veja-se o texto de hoje do jornal de noticias em que quatro gatos deram sinal de perigo da seguinte forma: "O que estava a dormir com ela  (a dona)acordou-a e os outros também, a darem marradas na porta"...


Aproximam-se, quando assim o entendem, sorrateiramente, fazendo-nos, se para aí estiverem virados, a companhia que consideramos ser de ouro, porque nos dão serenidade, tranquilidade, paz e sossego, no fundo aquilo  que a nossa alma pretende e deseja na presença de um animal que nos consegue fazer esquecer as preocupações do dia a dia , como sejam os espíritos que na terra se lembram de atormentar a inocência do próprio ser humano.


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Recantos "inspiradores" na Serra da Estrela


A Serra da Estrela tem a sua beleza "fria", mas sem ser indiferente na sua paisagem bélica e “agressiva” aos espaços recônditos, ocultos e felizmente ignorados, razão pela qual se vai mantendo e preservando a sua natureza, aproveitada pelo nossos ancestrais sem provocarem a erosão que o mundo actual sofre em paisagens que possam ter sustento e fulcro turístico.
                                                 

Algumas imagens desses recônditos, autentico paraíso escondido, felizmente ainda existente neste pequeno país, mas que poderá ser grande se soubermos estimar aquilo que poderá por todos nós continuar a ser apreciado. 



terça-feira, 1 de setembro de 2015

De novo a Politica Eleitoralista no Seu Auge!




Todos temos a consciência de que a politica está presente e inerente ao nosso dia a dia, desde que nos levantamos até ao deitar.

Mesmo no "sonambulismo" da noite em que sonhamos e temos um sono que pode estar pesado, a própria politica está intrínseca e é inseparável do nosso "eu" e "ser", quer queiramos ou não, influenciando particularmente a nossa disposição ou sentido de vida profissional, que assim vai fluindo no fundo, "ao sabor do vento"...

A propósito de mais uma campanha eleitoral, extremamente politizada, que até ao momento não tem trazido ideias relevantes de qualquer dos partidos envolventes, num país entregue ao deficit pesado e que sabemos continuar a ser esse o futuro, não vislumbrando por isso mesmo a possibilidade de podermos sorrir nos tempos que virão!

Ou se existe é um sorriso com um sabor amargo...

Até quando as nossas almas continuarão a ser moídas? 


domingo, 30 de agosto de 2015

As Férias, o Passado, o Presente e o Futuro


Quando se aproximam as férias, o nosso corpo e mente, a "pessoa" em si mesmo, sente uma rapidez e celeridade, imperceptível na razão em si mesmo, que provoca essa pressa de atingir esse dia diferente no calendário, mas igual a muitos outros que se foram passando ao longo do ano.

Pois,

E esse dia, essa ultima hora de trabalho chegou; relembrança do nada, vazio num vácuo de quem fica paralisado no pensamento, como se de um estado ébrio se tratasse; tensão estranha já que a lógica deveria ser a ligeireza de quem numa piscina se vai deixando flutuar, sem sabor da ondulação, mas muitas vezes sendo uma lógica imponderada e também imperceptível.

Essa tensão muscular ou cerebral, ilusória, aparente, mas visível, fantasia no fundo o peso, melhor, o fardo de um ano de trabalho, equilibrado pelo sol, que obscurece a nossa pele ou pela lua que pela sua imponência esférica, nos faz reflectir, na contemplação…por vezes do nada.

Ultrapassada a fantasia, transposta a ilusão, terminadas as horas que tentámos transformar em dias, ou anos, reaparece a ultima recordação. Onde ficámos, para se poder continuar o trabalho, que durante algum tempo ficou esquecido na nossa memória,

Pois continuará a ser esse o nosso futuro…